O mundo tecnológico vive um momento onde qualquer descuido pode ser fatal, a segurança de seus dados está em jogo. Muitos dos golpes aplicados podem ser enquadrados como crimes contra o patrimônio, tipificados como estelionato.

Nesse cenário, um novo golpe disseminado via WhatsApp promete saque do 13º salário para os beneficiários do Programa Bolsa Família.

O conteúdo espalhado em conversas individuais e grupos do WhatsApp leva vítimas a um link para preencher uma pesquisa, que requer o compartilhamento de dados pessoais. Informações como nome completo e endereço são solicitadas no formulário.

O golpe segue seu curso ao fazer o usuário compartilhar a mensagem com seus contatos. Após isso, ele é direcionado a permitir o envio de notificações para o seu celular e é levado a uma página de download de aplicativos maliciosos, infectados com malware.

O Programa Bolsa Família já foi utilizado em golpes similares. Como o aplicativo de mensagens conta com forte codificação da troca de conteúdo, empresas de segurança digital (e nem o próprio WhatsApp) não podem monitorar a propagação de ameaças – a não ser quando elas já atingiram certa proporção para serem detectadas via recebimento de tais mensagens enganosas.

 

Tenha as mesmas condições

1) Como identificar um possível golpe virtual?

Redobre a atenção com ofertas de valores bem abaixo do mercado, geralmente mais de 20% abaixo do valor normal praticado. Outra dica é ficar atento em relação aos sites que não tem ou que tem uma política e termos de uso bastante restrita, além de o site possuir apenas atendimento online (via web) e não por telefone.

Da mesma forma, tenha cuidado com as supostas avaliações de “ótima compra” em sites de comparação de preços, pois podem ser “qualificações” feitas por outros autores de golpes, auxiliando o criminoso.

 

2) O que fazer diante de um golpe virtual?

Tenha em mente que é fundamental a prática de atitudes preventivas, ou seja, guardar e/ou imprimir todos as etapas realizadas no processo para, se preciso, levar às autoridades competentes e ser utilizado como meio de prova. Também, além de procurar a Polícia Civil para instauração do inquérito, procurar um advogado para tentar pleitear judicialmente os valores subtraídos.

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Fonte: Exame e Oficina.

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