Denúncia feita pelo MPF na 10ª Vara Federal do DF, acusa o jornalista Glenn Greenwald e outras seis pessoas de suposto crime cibernético, como a invasão de celulares de autoridades brasileiras.

O jornalista não foi indiciado pela PF, porém o MPF diz que as provas que foram coletadas na investigação podem demonstrar seu auxílio, incentivo e orientação sobre o grupo durante as investigações.

Glenn não era alvo das investigações, tendo em vista a medida cautelar do ministro Gilmar Mendes, em que foi proibida a apuração da atuação do denunciado. Porém, durante as investigações, enquanto analisavam um MacBook apreendido na casa de um dos denunciados, foi encontrado um áudio entre Glenn e outro denunciado.

O MPF conta que a conversa encontrada ocorreu após a imprensa divulgar sobre a invasão do celular de Sergio Moro. Explicando que um dos denunciados é explicito sobre as invasões e o monitoramento das comunicações telefônicas que ainda aconteciam, pedindo ao jornalista orientações, caso fosse possível baixar o conteúdo de contas do Telegram de outras pessoas antes da publicação das matérias pelo The Intercept.

Tenha as mesmas condições

“Por fim, o jornalista GLENN GREENWALD, de forma livre, consciente e voluntária, auxiliou, incentivou e orientou, de maneira direta, o grupo criminoso, DURANTE a prática delitiva, agindo como garantidor do grupo, obtendo vantagem financeira com a conduta aqui descrita.”

Os denunciados em questão constituíram a organização criminosa para que pudessem praticar crimes cibernéticos, como a fraude bancária e furto mediante fraude por meio de Phishing, engenharia social, clonagem de cartões de crédito, invasão de dispositivos informáticos alheios, violando, de forma indevida, os sistemas de segurança e monitoramento de comunicações telefônicas; assim como lavagem de dinheiro.

É pedida a acusação dos denunciados, tendo como base 126 interceptações telefônicas, telemáticas ou de informática e 176 invasões de dispositivos informáticos de terceiros, resultando na obtenção de informações sigilosas. Todos os acusados deveram responder por lavagem de dinheiro, menos Glenn.

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